O segundo dia, revelou-se mais denso. Não pela distância, que a organização manteve os 140 quilómetros mas devido à alteração das condições climatéricas que obrigaram a cuidados adicionais.
A segunda etapa, conduziu os participantes até ao Caramulo, mas com a presença de chuva, em diferentes intensidades e sempre acompanhada de nevoeiro cerrado.


A subida ao Alto de São Macário e a travessia do Portal do Inferno perderam vistas, mas ganharam misticismo.
Uma etapa montanhosa com passagem por Serras da Arada e do Caramulo, que pôs à prova o físico dos motociclistas e a resistências das motos mais antigas. Nota máxima, para Hélder Alves, um habitue do Lés-a-Lés, com a sua inconfundível Jawa Perak 250 de 1950.
A paragem em Ponte de Telhe serviu para aquecer mãos e ânimos, antes de seguir para o Caramulo, onde o Museu voltou a ser ponto alto. Criado pelos irmãos Abel e João de Lacerda em 1953, conta já com 500 objetos de arte, entre os quais se contam quadros de Pablo Picasso, Salvador Dali, Amadeo Souza Cardoso ou Maria Helena Vieira da Silva, inúmeras esculturas, mobiliário, cerâmica e tapeçarias, e naturalmente exemplares automóveis com destaque para os ‘fórmulas’ de Emerson Fittipaldi; e onde não faltam alguns exemplares únicos das duas rodas, como +e oi caso da NSU Twin Roadster, ambas de 1911, e a mais recente, mas não menos icónica, Honda NR750 caracterizada pela exclusividade dos pistões ovais.





















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